quarta-feira, 10 de julho de 2019

Policias de merda, segundo o senegalês Mamadou Ba


Portugal, pequeno país situado entre a Espanha e o Atlântico está um pouco menos tranquilo por estes dias. Desde que a grande diáspora Africana foi importada no final dos anos 60, ainda no tempo do regime do Estado Novo. Agora a história é diferente.
Já é conhecido o facto de Lisboa e os seus subúrbios serem densamente povoados por uma comunidade muito grande de Africanos que, usam frequentemente a violência, às vezes terminando em morte, tendo apenas a polícia de gestão para manter a ordem e a segurança nestes bairros. 
No entanto, mais importado do que as comunidades Africanas em Portugal, são as novas mentalidades, as novas ideias da comunidade negra, importadas dos Estados Unidos. 
Além de se organizarem, em grupos que rapidamente organizam violentos protestos e revoltas como as que aconteceram em Lisboa no final de Janeiroonde milhares de euros foram destruidos, com muitos carros e casas a serem queimados, destruídos, depois de a polícia ter sido expulsa de um bairro Africano , de seu nome Jamaica, para onde as forças de segurançs tinham sido chamadas para acabar com uma briga familiar.
Este novo modus operandi das comunidades negras  importado todo ele dos USA, é amplamente difundido entre os meios de comunicação portugueses, o que prejudica o trabalho da polícia. 
Para atiçar ainda mais a fogueira, a justiça portuguesa, optou por classificar o criminoso como o bom da fita, e o policia o vilão que é de uma forma geral condenado por cumprir a sua missão o seu dever
Pior do que a demonização da polícia portuguesa, que arrisca a sua vida para proteger o cidadão comum e garantir a ordem nestes bairros africanizadas, é o facto de os africanos estão agora, apoiados pelos partidos da extrema esquerda, incluindo o partido socialista no governo, tentando alcançar posições de poder nas próximas eleições, em Outubro. 
Infiltraram-se nos partidos da extrema-esquerda, alguns deles já estão sendo contratados e pagos com dinheiro dos contribuintes, como Mamadou Ba, um acessor arlamentar do Bloco de Esquerda, natural do Senegal, com cidadania portuguesa sendo msmo presidente do movimento SOS Racismo, que se de forma ofensiva e provocatória, chama a Polícia portuguesa ' polícias de merda"
Ironicamente, a reacção para com a sua declaração provocou tanta fúria entre os cidadãos Portugueses, que para andar na rua  precisou dessa mesma polícia. 
Retirado do Defend Europe de autoria do Beirão

terça-feira, 25 de junho de 2019

Portugal e o Pacto para as migrações da ONU


É consabido que Portugal tem funcionado como plataforma giratória das políticas que fomentam a ENTRADA de Imigrantes ILEGAIS no Espaço Schengen! Sendo certo que, em regra, são os portadores de passaportes falsos e documentos forjados que optam por residir em Portugal, certo é que usufruindo de “benefícios sociais” (RSI, alojamento e outras benesses) que, irresponsavelmente, o Estado Português lhes atribui, com um estatuto de “refugiados”, que não são, certo é que apenas têm sido usados como financiamento para a sua livre circulação (e práticas criminosas e, mesmo, de terrorismo) noutros países europeus.
Serão centenas, senão milhares, os casos. Porém, entre estes, os mais famosos (entre outros que às mesmas práticas se vêm dedicando na sombra), acabaram por ser identificados e, mais tarde, detidos ou mortos, por autoridades policiais e militares, não em Portugal, mas em França, na Alemanha e no Luxemburgo, ou nos territórios então controlados pelo Daesh
Beneficiando do estatuto de “refugiados”, do regime de asilo e de autorizações de residência, Hicham El-Hanafi, Abdesseam Tazi, Abdessamad Anbaoni Yahya Nouri, Abderrahman Bazouz, Yahya Nouri, El Mehdi Kassim, Yassine Bousseria e, entre outros (uns já identificados, outros que continuam a sua missão), todos apresentam algumas características comuns: 
-nunca foram “refugiados” (apesar de terem obtido, com o beneplácito das autoridades portuguesas, tal “estatuto” e benesses associadas), muito menos “sírios” (apesar de ostentarem passaportes e vários outros documentos forjados, com vários nomes e idades falsas), todos apresentados e considerados como “muçulmanos moderados”, “simpáticos bons rapazes” e com fundos bastantes para viajarem e circularem de e para Portugal, com passagens pela França, Alemanha, Bélgica, UK, Turquia, Iraque, Síria (e, mesmo, pelo Brasil, Venezuela, Colômbia, entre outros destinos mais ou menos “turísticos” e onde o terrorismo anda de mão dada com gangs de tráfico de seres humanos, drogas e armas), a expensas dos tais subsídios concedidos pelo Estado Português, complementados por quantias recolhidas junto de outros elementos desta rede terrorista islâmica, a mando e sob coordenação de Boubaker El-Hakim, Wallid Hamam, Mohamed Abrini e Abdelhamid Abbaoud, para compra de armas e explosivos e atentados terroristas que se viriam a perpetrar, em 2016 (apesar de alguns terem sido, a tempo, evitados), mormente em Paris e em Bruxelas.
É óbvio que este “pacto” não será seguido, nem pela China, nem pelos países árabes, nem pelos países não Ocidentais e o facto de não ser vinculativo visa, exactamente, esse propósito: não ser respeitado por aqueles cujo adimplemento não interessa, ou convém, apenas e só os pressionar habituais os países-alvo. Aliás tal como o “acordo climático”…
A veemente REJEIÇÃO do intolerável e criminoso, designado pomposamente, “UN Global Compact for Safe, Orderly and Regular Migration”, em linha com as Nações que, na Europa, já manifestaram a sua clara e frontal oposição (bem como ao reforço dos meios da Censura institucionalizada que estão em preparação contra os Povos que se recusarem a cair nesta falácia, a saber: Eslováquia, Hungria, Áustria, Bulgária, Republica Checa, Croácia, Estónia, Polónia e Itália) é uma prioridade nacional

Pacto para as migrações da ONU


No fundo este “pacto” é o documento que permitirá a execução do célebre “Plano Kalergi”, uma tese defendida no livro “Idealismo Prático”, escrito pelo diplomata e maçon austríaco Richard Coudenhove-Kalergi, um dos fundadores daquilo a que se chama, hoje, “União Europeia”. 
No seu livro, Kalergi defende um Governo Global, dirigido pela “União Europeia”, por uma elite que controlaria uma população completamente impotente, preconizando o fim das soberanias nacionais dos países europeus e o fim da autodeterminação dos povos, defendendo que o Nacionalismo e o conceito de Nação deveriam ser “demolidos através do Multiculturalismo”.
No fim e no fundo, uma sociedade de “diferentes culturas e etnias” seria mais facilmente controlável pela elite política, porquanto fácil de controlar, uma vez que não tinham “identidade comum para se recuperar em caso de crise política”. Além disso, uma população diversa seria fácil de conquistar por meio da “divisão e da regra”. 
Os imigrantes recém-chegados seriam confrontados com os povos nativos com ambos os lados acreditando que “eram uma minoria perseguida sob um sistema de lei que foi manipulado contra o seu favor”. Teses que a chamada “Escola de Frankfurt” já vinha desenvolvendo, em vista a “derrubar o Capitalismo que domina a Civilização Ocidental
http://www.semprequestione.com/2017/02/o-plano-globalista-kalergi-verdadeira.html?m=1
A conclusão afigura-se óbvia: este “Pacto para as migrações da ONU”, mais não é do que a concretização de um objectivo anunciado – legitimar o “replacement migration“ da população nativa europeia, para, estrategicamente, pôr em prática o “Plano Kalergi”, para o Controle Mundial da União Europeia, mediante o apoio da ONU, uma instituição que cada vez mais se caracteriza pela sua ansia de servir os interesses das elites globalistas, disfarçada de “instituição benfeitora da humanidade”, que vivendo dos fundos injectados pelos USA e Israel, se dedica em exclusivo a “morder a mão a quem lhes dá de comer”!
Os Poderes instalados, mas não legitimados, democraticamente, na “União Europeia” tem vindo a provocar uma progressiva e cada vez mais acentuada erosão e degradação da Soberania das Nações Europeias, fazendo subordinar o Direito Nacional a milhares de obscuras normas, directivas e regulamentos, decididas por uns tantos, sem qualquer legitimidade política democrática.
O discurso oficial, politicamente correcto que tem imperado na “união europeia” tem assestado as suas baterias aos legítimos sentimentos nacionalistas liberais que estão a afirmar-se transversalmente por toda a Europa.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Ideias base do plano Kalergi

O Plano Kalergi


Ideias do fundador do Movimento Pan-Europeu. Richard  Coudenhove Kalergi

"O resultado é que, nos mestiços, unem-se a falta de carácter, a devassidão, a debilidade da vontade, a instabilidade, a crueldade e a infidelidade com a objectividade, a universalidade, a agilidade mental, a falta de preconceitos e a amplitude de horizontes." [pág. 21]

"O homem do futuro será um mestiço. As raças e as classes de hoje desaparecerão gradualmente devido ao encurtamento do espaço, do tempo e do preconceito. A futura raça afro-euro-asiática, que se parecerá exteriormente à do Antigo Egipto, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade das personalidades.
Segundo as leis genéticas, com a diversidade dos antepassados cresce a variedade, enquanto com a homogeneidade dos antepassados cresce a uniformidade dos descendentes. Nas famílias com uniões consanguíneas, um filho parece-se ao outro, já que todos têm os mesmos traços familiares. (...) A consanguinidade cria traços característicos, o cruzamento cria personalidades características." [págs. 22 e 23]

"Este desenvolvimento e, em consequência, o caos da política moderna encontrarão o seu fim quando uma aristocracia intelectual se aproprie dos meios de poder da sociedade: pólvora, ouro e imprensa, e os administre para o bem de todos. Uma etapa decisiva para esta meta constitui o bolchevismo russo, onde um pequeno grupo de nobres espirituais governa o país e rompe conscientemente com a democracia plutocrática, que reina no resto do mundo. A guerra entre capitalismo e comunismo pela herança da nobreza de sangue é uma luta fraterna da vitoriosa aristocracia intelectual, uma guerra entre espírito individual e socialista, egoísta e egocêntrico, pagão e cristão. O estado-maior de ambos os partidos se constituirá da raça líder na Europa: os judeus." [pág. 32 e 33]

"A escola e a imprensa são os dois pontos de partida a partir dos quais o mundo se pode renovar e refinar sem sangue ou violência. A escola alimenta ou envenena a alma da criança, a imprensa alimenta ou envenena a alma do adulto. Ambas se encontram nas mãos de uma inteligência não espiritual, e devolvê-los às mãos do espírito seria a máxima tarefa de qualquer política idealista, de qualquer revolução idealista." [pág. 37]

"As principais cabeças da aristocracia intelectual – tanto a corrupta como a íntegra – do capitalismo, do jornalismo e da literatura, são judias. A superioridade da sua mente os predestina a ser um factor principal da futura nobreza. Um olhar à história do povo judeu explica a sua vantagem na luta pela soberania." [pág. 49]

"O socialismo, que começou com a abolição da aristocracia, com a nivelação da humanidade, culminará na criação da nobreza e da diferenciação da humanidade. E nisto, a eugenia social tem a maior missão histórica." [pág. 56]

"O estado cultural do futuro será um Estado de consumidores: a sua produção será controlada pelos consumidores, e não como agora em que o consumo é determinado pelos produtores." [pág. 143]

"Por isso, o problema fronteiriço europeu só se pode resolver com a sua eliminação. Os dois elementos desta solução são: A) O elemento conservativo do status quo territorial, que estabiliza as fronteiras actuais e impede a guerra iminente; B) O elemento revolucionário, que anula paulatinamente as fronteiras em sentido estratégico, económico e nacional, para destruir as sementes de futuras guerras." [pág. 173]

"A instigação chauvinista contra as nações estrangeiras deve ser combatida sem piedade nas escolas e na imprensa, através de um acordo internacional." [pág. 178]

Richard Coudenhove-Kalergi in «Praktischer Idealismus», 1925

domingo, 9 de junho de 2019

O Pensador teve a sua génese, no museu de arte indigena do Dundo, Diamang


A escultura designada por Pensador é uma das mais belas estatuetas de origem tchokwe. 
Ela representa a figura de um ancião que pode ser uma mulher ou um homem.
Concebida simetricamente, com a face ligeiramente inclinada para baixo, exprime um subjectivismo intencional porque, em Angola, os idosos ocupam um estatuto privilegiado. Os mais velhos representam a sabedoria, a experiência de longos anos e o conhecimento dos segredos da vida.
O Pensador tem a seguinte origem no nordeste de Angola aonde existe o cesto de adivinhação, o ngombo, e o adivinhador usa pequenas figuras, esculpidas em madeira, as quais irão determinar a sorte do consulente. 
Curiosamente, foram estas figurinhas que vieram a inspirar a famosa figura nacional do Pensador.
As primeiras figuras do Pensador foram esculpidas nas oficinas do Museu do Dundo, ao final da década de 40 do século XX. 

Em 1947, por iniciativa da Diamang, a então Companhia dos Diamantes da Lunda, foi criado na povoação do Dundo um museu de arte tradicional e de colecções arqueológicas e etnográficas.
Funcionários da empresa, na maioria belgas e portugueses, contrataram artesãos locais e os incentivaram a esculpir na madeira, ou a modelar no barro, figuras que fossem genuinamente angolanas mas, ao mesmo tempo, que suas formas se aproximassem de uma estética que julgavam ser mais convencional no sentido ocidental.
Essa imagem é, hoje, uma figura emblemática de Angola, que aparece inclusive na filigrana das notas de kwanza, a moeda nacional. 
É considerada uma obra de arte nativa fidedignamente angolana

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Papa Francisco acusado de heresia por alguns Cardeais

Um grupo de 19 padres e académicos católicos exortou os bispos a denunciar o papa Francisco como um herege, no mais recente ataque contra o pontífice sobre uma série de tópicos, desde a comunhão para a diversidade divorciada à religiosa.

O mais proeminente do grupo é o padre Aidan Nichols, um padre britânico de 70 anos da ordem dominicana que escreveu muitos livros e é um dos teólogos mais reconhecidos no mundo de língua inglesa. Os outros são menos conhecidos.

"Tomamos esta medida como um último recurso para responder ao dano acumulado causado pelas palavras e acções do Papa Francisco ao longo de vários anos, que deram origem a uma das piores crises da história da Igreja Católica", afirmaram em um comunicado.

A carta ataca Francisco por supostamente suavizar a posição da Igreja sobre uma série de assuntos. Afirma que ele não foi franco o suficiente contra o aborto e tem sido muito receptivo aos homossexuais e muito complacente com os protestantes e muçulmanos.

Foi publicado na terça-feira pela LifeSiteNews, um site católico conservador que muitas vezes é uma plataforma que critica o papa. No ano passado, publicou um documento do ex-embaixador do Vaticano em Washington, o arcebispo Carlo Maria Vigano, convidando o papa a renunciar.

Um porta-voz do Vaticano não fez comentários sobre a carta, que inclui dezenas de notas de rodapé, versículos bíblicos, pronunciamentos de papas anteriores e uma bibliografia separada. A carta convida as pessoas a participar de uma assinatura on-line.
Dirigindo-se aos bispos, a carta pede:

“Pelo exposto, pedimos que os Senhores considerem urgentemente a condenação pública do Papa Francisco como herege.”
Pede-lhes ainda que "admoestem publicamente o Papa Francisco a renunciar às heresias que ele professou".

Decidir se um membro da Igreja é um herege é uma obrigação da Congregação para a Doutrina da Fé, do departamento de vigilância doutrinária do Vaticano.
Massimo Faggioli, um conhecido professor de teologia histórica na Universidade de Villanova, nos Estados Unidos, disse que a carta é um exemplo da extrema polarização na Igreja.

“Há um apoio a Francis na Igreja global de um lado, e do outro, uma faixa de criticos que apontam Francis como um papa herege. O problema é que há muito pouca crítica legítima e construtiva do pontificado e da teologia de Francisco ”, disse ele em um e-mail.

Uma parte significativa da carta concentra-se em “Amoris Laetitia” (A Alegria do Amor), um documento papal de 2016 que é a pedra fundamental da tentativa de Francisco de tornar a Igreja de 1,3 bilhão de membros mais inclusiva e menos condenadora.
Nele, Francisco pediu uma Igreja menos rígida e mais compassiva em relação a qualquer membro “imperfeito”, como aqueles que se divorciaram e depois voltaram a casar-se em cerimônias civis.

Sob a lei da Igreja, eles não podem receber a comunhão a menos que se abstenham do sexo com seu novo parceiro, porque o primeiro casamento deles ainda é válido aos olhos da Igreja, a menos que tenham recebido uma anulação. A Igreja não permite o divórcio.
Francisco abriu a porta para algumas excepções, permitindo a decisão se a pessoa pode ser totalmente reintegrada e receber a comunhão a ser feita por um padre ou bispo em conjunto com o indivíduo, caso a caso.

Depois que Amoris Laetitia foi publicado, quatro conservadores desafiaram publicamente o papa, acusando-o de semear a confusão sobre questões morais importantes. Até agora o Papa não respondeu às estas exigências para esclarecer as suas dúvidas.
A nova carta lista páginas do que ela chama de “evidência de que o papa Francisco é culpado do delito (crime) de heresia”.

Criticam ainda Francisco, por ter dito que as intenções de Martinho Lutero, o pai da Reforma Protestante, “não estavam erradas”, e ainda que não condenou o aborto com força suficiente sendo muito tolerante com os católicos homossexuais.

A carta criticou Francisco por assinar uma declaração conjunta com os luteranos em 2016, na qual o papa disse que os católicos estavam gratos pelos "dons teológicos" da Reforma.

Atacam ainda o papa por uma declaração comum com um proeminente líder muçulmano em Abu Dhabi, em fevereiro, que disse que o pluralismo e a diversidade das religiões eram "desejados por Deus".

Os conservadores dizem que a Igreja Católica Romana é a única verdadeira e que os membros são chamados para converter outros a ela.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Os Católicos no mundo


Muitas pessoas não sabem que a Igreja Católica é a maior Instituição Caritativa do planeta.

Se a Igreja Católica saísse da África, 60% das escolas e hospitais seriam fechados.

Quando a epidemia de SIDA estourou nos EUA e as autoridades não sabiam o que fazer, as freiras da Igreja foram convidadas a cuidar dos doentes, porque ninguém mais queria fazê-lo.

No Brasil, até 1950, quando não existia nenhuma política de saúde pública, eram as casas de caridade da Igreja que cuidavam das pessoas que não tinham condições de pagar um hospital.


A Igreja Católica mantém na Ásia:
1.076 hospitais;
3.400 dispensários;
330 leprosários;
1.685 asilos;
3.900 orfanatos;
2.960 jardins de infância.

Na África:
964 hospitais;
5.000 dispensários;
260 leprosários;
650 asilos;
800 orfanatos;
2.000 jardins de infância.

Na América:
1.900 hospitais;
5.400 dispensários;
50 leprosários;
3.700 asilos;
2500 orfanatos;
4.200 jardins de infância

Na Oceania:
170 hospitais;
180 dispensários;
1 leprosário;
360 asilos;
60 orfanatos;
90 jardins de infância

Na Europa:
1.230 hospitais;
2.450 dispensários;
4 Leprosários;
7.970 asilos;
2.370 jardins de infância


Independente de religião, é preciso reconhecer que a IGREJA CATÓLICA, julgada por não fazer nada, vive em ajudar o próximo.

Não se faz propaganda, porque não é um valor católico divulgar a caridade.

Só sabe quem faz parte, quem é Igreja.

A diferença entre assassinar 148 cristãos no Quênia e 50 muçulmanos na Nova Zelândia

Cristianofobia em números: 

No mundo 3 em cada 4 cristãos, são perseguidos pela sua fé.

Genocídio na Nigéria: mais de 6.000 cristãos massacrados perante o silêncio da mídia no Ocidente

Christchurch (Nova Zelândia), duas mesquitas foram atacados, tendo sido assassinados 48 muçulmanos.

A midia e os políticos esquerdistas, explodem histericamente querendo estabelecer uma ligação do terrorista com a direita, quando ele se confessa comunista e admirador da politica Chinesa. 

Este massacre merece a rejeição de qualquer pessoa minimamente decente. Espero que todo o peso da lei recai sobre Tarrant, e seja confinado numa prisão, embora na Nova Zelândia, não haja prisão perpétua para punir os crimes mais graves.

Em todo o mundo houve gestos de rejeição a este massacre, desde líderes políticos e meios de comunicação, até líderes religiosos de diferentes confissões, mas com especial destaque para o clamor levantado pelas organizações esquerdistas. 

O jornal El País diz da islamofobia o que não diz sobre a fobia cristã, e publica um editorial com este título: 

"Ataque islamofóbico". 
O subtítulo desse editorial faz esta declaração:
"Discursos de ódio contra a comunidade muçulmana não podem ter lugar numa democracia". 
O texto termina com estas palavras: 
"Combater a islamofobia é um dever e um teste de qualidade para as democracias". 

Esta declaração é surpreendente num jornal que nunca publicou um editorial apelando ao combate da cristianofobia, apesar de ser a principal razão para a perseguição dos crentes (no mundo, 3 em 4 cristãos são perseguidos por causa de suas crenças) e sendo, como é hoje, a razão de 77% dos ataques contra a liberdade religiosa na Espanha. 

Os ataques dos jihadistas islâmicos que os midia esquerdistas como o El País tendem a tornar invisíveis, deve-se em grande parte ao facto dessas expressões de ódio serem originárias da esquerda política. 
Esse jornal é, de facto, um claro exemplo do preconceito anti-católico.

Reacção desigual, aconteceu quando os islamistas assassinam 148 cristãos

O duplo critério da mídia dita progressista, em relação à islamofobia e à cristianofobia também inclui reacções a ataques terroristas. 

Em 2 de Abril de 2015, terroristas islâmicos atacaram a Universidade de Garissa, no Quênia, matando 148 cristãos. 

Os terroristas mataram todos os cristãos a tiro e depois decapitaram-nos. A brutalidade cristianofóbica desse massacre, foi disfarçada por muitos políticos e pelos meios de comunicação mundiais. 

No Parlamento Europeu, os partidos de esquerda tentaram apagar toda referência aos cristãos na moção para condenar o massacre. 

The Guardian e El País não identificaram as victimas dessa massacre como sendo cristãos, embora tivesse sido claramente a motivação dos terroristas ao seleccionar e cruelmente matar as suas vítimas.

Resumindo. Não há apelos políticos mediáticos contra a fobia cristã.  

www.outono.net

sábado, 2 de março de 2019

Crime de rico, a lei encobre...


Lementávelmente estamos nesta posição.
Cabeça enterrada na areia de cu para o ar. Acobardados.
Fomos completamente dominados pela esquerdopatia global, pelas minorias, que se instalaram em lugares de decisão, e desataram a publicar leis que contrariam a essência humana como a conhecemos há mais de dois mil anos.
Tudo o que pensarmos ou dissermos que fuja aos cânones marxistas impostos por essa cambada, somos logo apelidados de racistas, xenófabos, fascistas, e acusados de termos um discurso de ódio...
E o pessoal, cala-se. Mete o rabinho entre as pernas e vira as costas. Que tristeza. Que cobardia.
Pois eu, NÃO!
Sou pegador, e não tenho medo de uma boa pega de caras com esses bois.
Querem gurra ?
Vamos nessa.
A esquerda, a extrema esquerda é tipo os macacos na selva, que lá do alto das árvores guincham pensando que assustam os elefantes...
Está na hora de responder á letra a esses impecilhos, a esses fedelhos mal paridos.
Há que nos unirmos numa aliança anti esquerdófascista que agora, pensa que domina.
Fora com o socialismo de miséria, de compadrio, de corruptores sem honra.
De facto esses tipos que se dizem socialistas, esquecem-se do Hino da Internacional Socialista. Se calhar nem o conhecem.
Pois eu deixo aqui uma estrofe para os lembrar:


"Crime de rico a lei encobre
O Estado esmaga o oprimido
Não há direitos para o pobre
Ao rico tudo é permitido
À opressão não mais sujeitos
Somos iguais a todos os seres
Não mais deveres, sem direitos
Não mais direitos, sem deveres "
....

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

O esvaziamento da Presidência

Na verdade, com as suas selfies, afectos e telefonemas para programas de televisão, Marcelo reduziu o papel do Presidente da República ao de um simples mestre-de-cerimónias


Marcelo Rebelo de Sousa aproveitou uma deslocação ao Panamá para anunciar a sua intenção de se recandidatar à Presidência da República. A razão que apresentou para o efeito foi a de considerar que mais ninguém estaria em condições de receber o Papa aquando da sua visita a Portugal, em 2022. É preciso reconhecer que como justificação para uma recandidatura presidencial é muito pouco, atendendo ao papel central que o Presidente da República desempenha no nosso sistema político constitucional. Mas a verdade é que, face ao esvaziamento que Marcelo estabeleceu para a sua Presidência, a justificação é plenamente adequada. Na verdade, com as suas selfies, afectos e telefonemas para programas de televisão, Marcelo reduziu o papel do Presidente da República ao de um simples mestre-de-cerimónias. E, neste enquadramento, o facto de considerar ser o que está em melhores condições para receber o Papa é razão mais do que suficiente para se recandidatar à Presidência.
Mas, se falarmos das funções que constitucionalmente competem ao Presidente da República, parece claro que o seu exercício por Marcelo tem sido muito deficiente. Nem uma única vez durante o seu mandato remeteu ao Tribunal Constitucional um diploma para fiscalização da constitucionalidade, apesar de ser essa uma competência que a Constituição expressamente lhe atribui (art.o 134.o, als. g) e h)). Inúmeras leis que suscitam sérias dúvidas de constitucionalidade têm sido assim prontamente promulgadas, o que deixa os cidadãos desprotegidos, uma vez que através da fiscalização sucessiva pelos tribunais se leva vários anos a atingir o Tribunal Constitucional. Só que, em vez de exercer a fiscalização da constitucionalidade, como lhe competia, Marcelo limita-se a fazer piedosas declarações ou ameaças veladas aquando da promulgação, as quais não têm qualquer eficácia jurídica.
Um dos exemplos mais absurdos desta prática presidencial foi a promulgação da lei das 35 horas na função pública, que Marcelo promulgou em Junho de 2016, ameaçando mandá-la para o Tribunal Constitucional se houvesse aumento de despesa. Embora o aumento da despesa possa ter sido travado com as cativações de Mário Centeno, o resultado dessa lei foi o colapso total dos serviços públicos, inclusivamente no Serviço Nacional de Saúde, como hoje está à vista de todos. Mas a tal promessa de Marcelo de envio do diploma para o Tribunal Constitucional continua por cumprir há dois anos e meio.
Como compensação pela sua abstenção de exercer a fiscalização da constitucionalidade, Marcelo opta por vezes pelo veto político. Mas fá-lo sem qualquer critério, uma vez que, perante a sua torrente geral de afectos, não se consegue perceber qual é de facto o pensamento político do Presidente. É assim que Marcelo reconhece que as alterações à lei do arrendamento “podem provocar um [ainda] maior constrangimento no mercado do arrendamento para habitação”, mas não hesita em promulgá-las. Reconhece também que se pode traduzir em “injustiças mais ou menos significativas” sancionar senhorios por assédio em multas que não têm qualquer relação com a renda que eles recebem, mas também promulga esse diploma sem qualquer problema. Em compensação, Marcelo veta politicamente um diploma que reconhece o interesse público de uma Escola Superior de Terapêuticas Não Convencionais, como se uma escola superior ter ou não interesse público seja uma questão que justifique qualquer intervenção do Presidente.
Na sua obra de 1978, “Échec au roi”, traduzida em português como “Xeque-mate”, Maurice Duverger analisou os sistemas semipresidenciais europeus, chamando a atenção para a especial importância que tem a eleição presidencial directa para o papel do Presidente da República no sistema político-constitucional. Como o autor salienta, não se elege um presidente por sufrágio universal para que ele inaugure exposições, mas antes para agir. Em Portugal, a presidência de Marcelo parece, porém, querer desmentir esta conclusão de Maurice Duverger. Afinal de contas, é possível Portugal eleger um Presidente por sufrágio universal apenas para ele receber o Papa no nosso país em 2022.

Luis Meneses Leitão, no I
Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

sábado, 19 de janeiro de 2019

“10 Years Challenge”: O desafio inofensivo da internet que pode esconder algo que nos pode ser prejudicial.


Vocês já devem ter reparado na nova brincadeira que está a acontecer no Facebook, Instagram e Twitter.

A ideia do novo jogo é comparar a vossa aparência em duas fotos, com uma diferença de 10 anos entre elas.
Na legenda é recomendado que se use as hashtags #10yearschallenge ou #10yearchallenge (“desafios dos 10 anos”) para identificar a brincadeira.

O desafio caiu no "goto" dos usuários das redes sociais no mundo inteiro.
Até á noite da passada terça-feira (15) havia mais de 1 milhão de publicações no Instagram sobre o desafio dos 10 anos.
No Twitter o número de publicações com as duas tags só crescem, ultrapassando as 40.000 publicações por hora.

Inclusive várias celebridades entraram na brincadeira.

A popstar, Madonna, participou no desafio, inovando criativamente a brincadeira, tendo modificado criativamente o hash tag para “#thechallengeissurviving” (“odesafioésobreviver”).

O post de Madonna gerou mais de 200 mil likes e ultrapassou os três mil comentários.

Brincadeiras como estas são muito comuns entre os usuários de redes sociais, como forma de interagir com os seus amigos. O problema é que, para participar estamos a ceder livremente os nossos dados.

Justamente com o desafio dos 10 anos, estamos a ceder a nossa imagem que entre outras coisa, serve para treinar algoritmos de reconhecimento facial. De forma simplificada, essa tecnologia pode ser usada para analisar e demonstrar a forma como uma pessoa ficaria quando mais velha.
E o uso disso é o “X” da questão.

A suspeita começou após a especialista em tecnologia e transformação digital centrada no ser humano, Kate O’Neill, se manifestou no Twitter sobre o desafio dos 10 anos.

“10 anos atrás: provavelmente entraria na brincadeira do meme de retrato do perfil no Facebook e Instagram. Agora: Pondero como todos esses dados podem ser extraídos para treinar algoritmos de reconhecimento facial na progressão da idade e reconhecimento de idade.”

A tecnologia, apesar de todo o seu avanço, depende do ser humano para ser treinada e futuramente funcionar. 
Para que um algoritmo seja capaz de, através do reconhecimento facial, determinar a progressão da idade, por exemplo, como as pessoas tendem a ficar à medida que envelhecem, é necessário treinar a tecnologia.

Isso faz-se da seguinte maneira: mostra-se ao algoritmo uma enorme quantidade de imagens de pessoas jovens e como elas ficam mais velhas. 
Idealmente, esse conjunto de dados precisam de algumas especificidades, digamos que todas as imagens precisam ter uma diferença de dez anos entre elas.

A refutação mais comum, segundo Kate, é:
“Esses dados já estão disponíveis. O Facebook já tem todas as fotos do perfil” – mas, no seu artigo para o Wired, Kate rebate:

“Claro, vocês poderiam usar o Facebook para fotos de perfil e ver datas de publicação ou dados EXIF. Mas todo esse conjunto de fotos de perfil pode acabar gerando muito ruído inútil. As pessoas não fazem upload de imagens de forma confiável em ordem cronológica, e não é incomum os usuários postarem fotos de algo diferente de si mesmos como uma foto de perfil. Uma rápida olhada nas fotos de perfil de meus amigos do Facebook mostra o cachorro de um amigo que acabou de morrer, vários desenhos animados, imagens de palavras, padrões abstratos e muito mais.”

Por outras palavras, graças a essa nova brincadeira, agora há um conjunto gigantesco de fotos criteriosamente selecionadas de pessoas com uma diferença de dez anos atrás e agora.

Segundo a especialista em Marketing Digital e Facebook Ads, Camila Porto:
“Existem várias empresas que usam os testes como ferramenta de coleta de dados de pessoas que estão interessadas em determinada coisa. A partir do momento que eu tenho pessoas que se interessam por esse tema, eu vendo essa base de dados”, explicou em entrevista à BBC Brasil.

Nos últimos anos, vários jogos e memes sociais foram criados para extrair e colectar dados. As informações cedidas, muitas vezes sem ler os “termos de uso”, são extremamente valiosas para empresas direccionarem melhor os seus anúncios.

“Muitas vezes essa ferramenta de coleta de dados pode não ser para uma coisa positiva. E há um risco que as pessoas correm quando começam a libertar dados, fotos delas, sem saber para quem esses dados estão indo e o que pode ser feito depois”, acrescentou Camila.

Outro teste que viralizou no Facebook foi o “como você seria se fosse do sexo oposto”. Com ele, usuários cederam dados pessoais para empresas com fins lucrativos.
Como tudo na vida, o reconhecimento facial pode ser usado de forma boa ou má.

De forma positiva, a tecnologia de reconhecimento facial e a sua capacidade de demonstrar a progressão da idade, poderia ajudar a encontrar crianças desaparecidas
Segundo o artigo de O’Neill, em 2018 a polícia de Nova Delhi, na Índia conseguiu rastrear quase 3 mil crianças desaparecidas, em apenas quatro dias, usando tecnologia de reconhecimento facial.

Essa investigação foi uma demonstração de como a tecnologia pode e deve ser nossa aliada. Utilizando o reconhecimento facial, é possível identificar pessoas desaparecidas a muitos anos. Já que essas pessoas, provavelmente, estariam um pouco diferentes da última foto conhecida delas.

Mas, como nem tudo são flores, a tecnologia de reconhecimento facial e especialmente a progressão de idade, também pode ser usada de forma negativa.
No mesmo artigo, Kate, sugere que o reconhecimento facial pode influenciar na avaliação de seguros saúde. 

Por exemplo, se as empresas de seguro forem capazes de identificar que estamos a envelhecer mais rápido, elas podem cobrar mais caro ou até mesmo negar a cobertura.
Este foi um exemplo simples, mas que faz parte do quotidiano de muitos seres humanos. 
Para entender ainda mais o lado negativo da coisa, é só lembrar que o Estado pode usar a tecnologia para rastrear pessoas...

Pensador Anónimo

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Substituição da população Holandesa, por muçulmanos em curso


O líder do Partido Muçulmano na Holanda, Tunahan Kuzu, afirmou que os holandeses que não gostam da 'diversidade' devem deixar o país. Tunahan Kuzu sabe que o islão está na Holanda para ficar. Ele sabe que os muçulmanos serão os mestres do país. E se os holandeses não gostarem disso, eles que se mudem. 
Tunahan Kuzu, o líder político do partido DENK na Holanda, causou uma séria controvérsia com suas afirmações, informou a emissora holandesa NOS.
"Se holandeses não gostam de uma Holanda em mudança na qual pessoas com diferentes culturas vivem ... como na cidade de Zaandam ou no bairro de Poelenburg, que eles se mudem... Os holandeses que deixem o seu país se eles não gostam de diversidade."
O Partido DENK de Kuzu é um partido controverso que está crescendo rapidamente nas áreas urbanas holandesas. Ele tem tido um bom desempenho nas áreas com alta população muçulmana, por exemplo, no oeste de Amsterdã (Amsterdam Nieuw-West).
Nas últimas eleições nacionais holandesas, em março de 2017, o DENK ganhou três assentos com quase 200 mil votos. Um ano depois, nas eleições municipais, o partido foi de longe o mais votado Amsterdam Nieuw-West e varreu alguns dos tradicionais partidos de esquerda.
O DENK foi fundado em fevereiro de 2015 por dois antigos membros do partido trabalhista turco (PVDA): Tunahan Kuzu e Selçuk Öztürk….
Durante a última reunião com seu ex-partido PVDA, Selçuk Öztürk até disse durante uma discursão: "Que Alá te castigue!"
Alguns meios de comunicação holandeses dizem que o DENK tem um estilo pró-Erdogan. Por exemplo, DENK foi o único partido no parlamento holandês que se recusou a reconhecer o genocídio armênio.

É apenas questão de tempo para que mais líderes muçulmanos na Europa comecem a dizer o mesmo no futuro.  
Lembre-se que a Anatólia (Ásia Menor) que hoje compõe a maior parte da Turquia, era 100% grega e Arménia. Aí, vieram os turcos muçulmanos e começaram um processo de islamização e desimação da população original: os gregos e arménios que não gostassem da "diversidade do islão" tinham que fugir ou eram mortos. Resultado: a população é hoje 99.99% muçulmana.